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Caldeira Velha
Monumento Natural e Regional da Caldeira Velha, local de banhos em águas termais, magnificas formações geológicas.
Monumento Natural e Regional da Caldeira Velha, caldeiras de águas ferventes.
Caracteriza-se também pelas suas características geológicas uma vez que que forças telúricas se fizeram sentir aqui em tempos geologicamente recentes com grande intensidade. O seu relevo acidentado profundamente encaixado na montanha do Pico do Fogo, aliado a uma ribeira com pequenos açudes e abundantes caudais em determinadas épocas do ano.
Os Açudes, devido à temperatura da água e a suas características medicinais são utilizadas há séculos para banhos.
Esta ribeira é alimentada por nascentes de água quente de origem termal que caem formando cascatas com água acastanhada devido à grande abundância de ferro existente na água.
É de salientar a abundância de caldeiras, fumarolas e afloramentos rochosos de cores variadas.
O seu ponto de maior altitude encontra-se nos 628 metros e faz parte dos contrafortes do Vulcão do Fogo, cuja cratera se encontra alojada a Lagoa do Fogo.
Cascata da Ribeira da Praia
Este curso de água, drena uma área geográfica vasta cujo ponto mais elevado se encontra a cerca de 947 de altitude na Pico da Barrosa. Drena também parte da Reserva Natural da Lagoa do Fogo e parte do Vulcão do Fogo, local onde se localiza a Lagoa do Fogo.
Um dos seus afluentes encontra-se inserido na Serra de Água de Pau de que faz drenagem conjuntamente com a Ribeira das Três Voltas, a Ribeira das Barreiras e a Grota das Pedras. Dado o seu acentuado caudal possui uma instalação hidroeléctrica que aproveita a corrente tem uma capacidade de produção de cerca de 0,8 MW.
Este curso de água desagua no Oceano Atlântico, na Praia dos Trinta Reis, costa Sul da ilha depois de atravessar a localidade de Água de Alto.
Ermida de Nossa Senhora do Monte Santo
A ermida assinala o local onde ocorreram as aparições de Nossa Senhora a Maria Joana Tavares do Canto, nascida em Água de Pau a 21 de agosto de 1910, filha de Teófilo Tavares do Canto e Isolina Adelaide Soares. À época da Primeira Guerra Mundial, a menina, acompanhada pela amiga, Sofia Paulina, ou ainda na companhia de outras meninas da mesma idade, dirigia-se com frequência aquele pico para fazer as suas orações. Certo dia, a menina, acompanhada pela amiga, terá avistado e conversado com a figura de Nossa Senhora, que lhe terá revelado que voltaria a aparecer.
A notícia terá causado grande alvoroço na comunidade, dando lugar a que uma grande multidão, se dirigisse ao local. No dia 5 de julho de 1918, uma sexta-feira, na parte da tarde, perante cerca de doze mil pessoas, uma extraordinária visão do sol terá deixado entrever as figuras de Nossa Senhora e de Nosso Senhor, de Anjos e até os contornos de uma igreja.
A vidente adoeceu a 18 de setembro seguinte, e previu a sua morte, que teve lugar a 6 de outubro desse mesmo ano.
Para recordar o evento, os pais da menina decidiram edificar uma ermida no local da aparições, que ficou concluída em setembro de 1931, conforme inscrição numa lápide na parte posterior do edifício.
A ermida apresenta um corpo hexagonal. No interior, um único altar, com a imagem de Nossa Senhora do Monte esculpida em Lisboa, e diversas peanhas para várias imagens.
Em 1998, com a devida autorização da Diocese de Angra, foi erguida uma Cruz Luminosa na colina atrás da Ermida pela Fraternidade Missionária de Cristo-Jovem.
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