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CAPUCHINHA



Nome popular: Capuchinha; Capuchinho, Chagas; Nastúrcio.
Nome científico: Tropaelum majus L.
Família: Tropaeolaceae.
Origem: Peru e Brasil.

Observações: Herbácea prostrada, bienal, de 30 a 40 cm de altura, com ramagem de aspecto suculento, de folhagem cerosa e florescimento ornamental.

Ocorre também a variedade hortícola “Nanum” de crescimento mais compacto.
Flores vistosas, simples ou dobradas, amarelas, alaranjadas ou vermelhas, formadas na primavera-verão.

Suas flores e folhas são comestíveis, com sabor levemente picante, podendo ser utilizadas em saladas.
Cultivo: É cultivada a pleno sol, como planta pendente em vasos ou jardineiras, ou como forração, em canteiros estercados e úmidos, com área suficiente para seu desenvolvimento, visto a ramagem dispersa. Comporta-se também como trepadeira se dispor de apoio para tal.

Multiplica-se por sementes, produzidas em abundância, postas a germinar no outono ou diretamente no local definitivo.

Maquina OLYMPUS IMAGING CORP.
Modelo FE190/X750
Exposição 1/250 sec
Abertura f 3.5
ISO 25952494
MeteringMode Unknown 25952261
Flash Unknown 17694736
Dist.Focal 7.4 mm

CAMPAINHA



Nome popular: Campainha; Corriola; Corda-de-viola; Bom-dia; Glória-da-manhã; Jitirana.
Nome científico: Ipomoea purpurea L.
Família: Convolvulaceae.
Origem: América Tropical.

Observações: Trepadeira herbácea anual, muito florífera. Suas flores em forma de funil se apresentam nas cores arroxeada, branca, rósea, azul ou vermelha, sendo formadas principalmente durante a primavera e verão.

Cultivo:A planta é considerada espontânea, e comumente é considerada invasora, mas são comercializadas sementes de variedades hortícolas de flores muito grandes, lembrando pires, com o nome de “bom-dia” por abrirem0se de manhã e “glória-da-manhã” pelo espetáculo que oferecem quando suas flores se abrem.

São variedades de pleno sol, ótimas para revestir cercas, muros e pérgolas.

Sua multiplicação se dá por sementes.

Maquina OLYMPUS IMAGING CORP.
Modelo FE190/X750
Exposição 1/250 sec
Abertura f 3.5
ISO 4294902018
MeteringMode Unknown 4294901765
Flash Unknown 4294901776
Dist.Focal 7.4 mm

HELICONIA



Helicônia, caeté ou bananeira do mato, é o nome geral dado às plantas do gênero Heliconia, o único da família Heliconiaceae (APG). A variedade ilustrada ao lado é comum em jardins decorativos. Suas folhas atingem até 3m de altura e são parecidas com as da bananeira, uma Musaceae.

Aprecia solos úmidos e ricos em matéria orgânica. Os ventos fortes podem danificar suas folhas. Multiplica-se pela divisão das touceiras, cortando-se seus rizomas.

São plantas tropicais, originárias da América do Sul, América Central, Ilhas do Pacífico e Indonésia.

CRAVO



O craveiro (Dianthus caryophyllus), é uma planta herbácea, pertencente à família Caryophyllaceae, gênero Dianthus, que alcança até um metro de altura. As suas flores são denominadas cravos.

Uma característica desta planta, além da forma peculiar de suas flores, é o caule reto, com várias ramificações. As flores apresentam muitas tonalidades, do branco ao vermelho, passando pelo amarelo e pelo rosa. À mesma família das cariofiláceas, pertence a cravina ou cravo-bordado (Dianthus plumarius), cujas pétalas abundantes emergem de seu cálice verde e tubular. Nos trópicos a cravina só se reproduz em grandes altitudes. A espécie Dianthus fimbriatus, originária da Europa, é cultivada em grande escala na América do Sul.

Certas variedades exalam um aroma delicado, motivo pelo qual são utilizadas na fabricação de perfumes. Os cravos reproduzem-se por meio de sementes, e necessitam de solo quente, sem excessiva humidade.

Em Portugal o cravo-vermelho é o símbolo da Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974). Símbolo das mães em vida e os cravos brancos o símbolo das mães que já partiram (Anna Jarvis).

A maioria das espécies de formigas domésticas são altamente repulsivas ao cravo, sendo este um bom agente para combater invasões.
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